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  • GUARDA MUNICIPAL ARMADA !

Prometi na campanha de 2016, caso fosse eleito prefeito, armar a GM. Fiz isso ao lado do atual vereador Jones Moura, que engrossava o couro porque além de defender a mesma tese, Jones é GM concursado e sabe o quanto um GM sofre nas ruas tentando colocar ordem na Cidade. 
MINHA EXPERIÊNCIA DESDE 1993!

Fui administrador do Parque do Flamengo e depois de Copacabana/Leme. Sem a GM não teria feito 10% do que fiz com apoio da GM. E, de perto vi suas dificuldades. Muitas vezes, o GM é achincalhado por quem comete delitos e não tem como enfrentar. 
QUEM SÃO MUITOS GMs?

Um enorme percentual dos nossos guardas foi PM e preferiu deixar o distintivo atrás de uma atividade mais leve, que não envolvesse o enfrentamento diário ao narcotráfico, até mesmo porque da forma que se faz, é um exercício de enxuga gelo. 
GM É CIDADANIA 
O GM qualificado, nos ajuda na garantia da ordem pública, uma das bases da cidadania. 
COMO ARMAR?

Para armar a GM é preciso muito treinamento prático, conhecimento jurídico, apoio psicológico e a definição clara de um protocolo de ação muito qualificado. 
QUAIS GMs DEVEM PORTAR ARMA E TREINAMENTO

A nota para estar apto deve ser alta. O treinamento, permanente. E, caso não use adequadamente, sua arma deve ficar acautelada. Armar deve ser um processo e não um evento. Portando, a GM deve ser armada por turmas. Não de uma vez. 
DIREITO DE ESCOLHA

O GM deve ter direito de escolha, pois o concurso público à época não o obrigava ao uso de armas. Portanto, o GM, legalmente, terá o direito de escolher. 
O PREFEITO COM GM ARMADA

Com a GM armada, espero que o Rio tenha sucessivos prefeitos, independente de partido, crédulo ou religião, que evitem novas invasões e não deixe que os bairros continuem sendo dominados por atividades ilegais. Isso aumentará o emprego formal, a arrecadação e, consequentemente, haverá mais recursos para os serviços públicos. 
PEÇO VOTO DOS VEREADORES

Como carioca que ama o Rio, hoje sem mandato ou filiação partidária, peço aos Srs. vereadores que votem pela legalidade. O crime tomou conta do Rio e a PM / P. Civil precisam evitar crimes de maior potencial ofensivo.
  • Defendo armar a Guarda Municipal, desde que se faça muito treinamento e apenas os GMs qualificados possam porta-la. A Guarda de SP é armada há anos. E ajuda muito à PM. Tomara que os vereadores aprovem o projeto de lei e o prefeito ofereça o treinamento adequado para ir armando aos poucos. Sugiro começar pelo grupo especial que está à frente dos enfrentamentos com ilegalidades. Com a GM armada aliviará o tempo da PM para tratar de crimes de maior potencial ofensivo.
  • Minha crítica da prefeitura não cumprir contratos e dar calote nas suas dívidas  têm razões éticas e práticas. A prefeitura não depositou uma parcela da dívida com o BNDES, mas agora terá que pagar por ter esse valor acrescido de multas. E, agora, quem está em risco é a cidade que perde em serviços e os servidores que podem não receber o que lhes é devido. 😡
Dívida se paga. Simples assim.
  • Lembro de uma reunião com o prefeito e todo o seu secretariado, no primeiro ano da atual gestão. Eu defendia conter os gastos da prefeitura para pagar as dívidas deixadas pela gestão anterior. Crivella escutava a opinião de todos. Clarissa Garotinho defendia que não seriam necessárias medidas de contenção de gastos com o argumento que “dívida de governo não se paga, se rola”. 😱 
A reunião buscava caminhos para resolver a dívida deixada pela “gestão olimpica” onde, além do conhecido registro público de bilhões a serem pagos nos anos seguintes, haviam outras dívidas, na casa de 1.5 bilhão de reais, que apagaram dos sistemas de controle da prefeitura, como se não existissem. (Solução ilegal usada pelos governos Lula-Dilma para burlar a lei de responsabilidade fiscal que torna inelegível o gestor que não cumpri-la). Agora, o atual prefeito dá um calote no BNDES como se pudesse dispor do caixa sem pagar suas dívidas. A Justiça interrompeu o calote ao BNDES, bloqueando receitas. A prefeitura recorrerá. E, espero, perderá em nome da seriedade com a gestão pública.
Calotes, cancelamento do concessões sem o devido processo anterior, foi o que transformou a Venezuela no que é. 
Na minha opinião, dívida de governo SE PAGA.
  • Até que enfim!! O seguro obrigatório só serve para encher o bolso de grandes seguradoras. Custa muito mais caro do que apoia poucos atendidos. Seu fim é mais um ponto para reduzir o abusivo “custo Brasil”.
  • Não é novidade a matéria do jornalista Rafael Galdo, do O Globo, que mostra o Rio dominado pelo crime. E, a situação piora a cada dia. Por trás, há muitos interesses. Entre eles, eleitorais, financeiros, “empresariais” e muitos outros. Uma realidade que precisa ser mudada.
  • Lições de um grande amigo e empreendedor. Aqui, no MBA Executivo do Insper, tem sido meu lema. Já estou saindo para a aula de Contabilidade.
  • Lula solto. Política nacional pegando fogo. E eu aqui, me preparando para a prova de Macroeconomia, no Insper.
  • Uma aula do que importa na vida!

"Para mudar, devolver o estado ao cidadão, é preciso legitimidade e autoridade moral."


Sou Antonio Pedro Indio da Costa, casado, pai de duas meninas maravilhosas, Sofia e Eva. Estou com 47 anos. Em outubro, farei 48. Meu pai é arquiteto, minha mãe, designer e meus irmãos seguiram o mesmo caminho. Eu sou advogado e atuo na advocacia, vez por outra, mas minha vocação é a política. Muitas vezes me perguntam se fiz a escolha certa. Fiz sim. Gosto do que faço. A política abre mil oportunidades para se prestar serviços à sociedade e eu adoro isso.


Fui eleito vereador do Rio três vezes e estou no segundo mandato, não consecutivo, de Deputado Federal. O primeiro conquistei em 2006. Em 2010, eu me preparava para a reeleição, numa campanha que certamente seria vitoriosa, quando recebi o convite do meu partido, PFL, para ser candidato a Vice-Presidente da República.


Tive a honra de ser o relator da Lei da Ficha Limpa, que consegui ver promulgada depois de um trabalho intenso de mobilização do povo no Brasil todo. Para aprovar o meu relatório e encaminhar o projeto até à promulgação, viajei todo o Brasil, dei entrevistas, mas o trabalho mais significativo foi feito pela internet.

Tenho formação em Administração Pública. Fui Secretário Municipal de Administração, Secretário Municipal de Esportes e Lazer e Secretário Municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação da Prefeitura do Rio. No Governo do Estado fui Secretário do Meio-Ambiente por curto tempo. Por onde passei, dei a minha contribuição para que a gestão pública produza resultados efetivos a favor da população.


Em 2016, fui candidato a Prefeito do Rio. Não cheguei ao segundo turno, quando duas alternativas se apresentaram: Marcelo Freixo e Marcelo Crivella. Fiz a minha opção pelo Marcelo Crivella, por ser a alternativa, eu entendi, melhor para o Rio de Janeiro.


Em 2018, fui candidato ao Governo do Estado.

Perfil - Indio da Costa